19/04/2017

Municípios interessados em divulgar seus festejos juninos e participar de ações de promoção da cidade têm até o próximo domingo, 23 de abril, para apresentarem suas propostas. O edital contempla a realização de visitas de jornalistas e influenciadores digitais aos destinos, além de inclusão da festa no Calendário de Eventos Juninos, transmissão ao vivo entre outras ações.

Lançado no final de março, o edital busca difundir as festas juninas, importantes manifestações culturais brasileiras e ferramentas de potencialização do turismo no Município. Ao todo, serão selecionadas cinco propostas de destinos turísticos nacionais, para receberem ações coordenadas e custeadas pelo Ministério do Turismo e Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur).

Como participar

Podem participar do processo apenas propostas inscritas por entidade pública representante de um Município. Para ser habilitada, a iniciativa deverá ser remetida pela própria cidade que realiza o festejo junino.

Também fazem parte da lista de requisitos possuir órgão municipal de turismo ou equivalente e estar inserido no Mapa do Turismo Brasileiro. O Município deve ainda apresentar um material que comprove a realização da festa de São João, como por exemplo, guia turístico, folder, mídias sociais, dentre outros.

O resultado parcial será divulgado até o dia 28 de abril e o resultado final será divulgado até 09 de maio, no portal do Ministério do Turismo.

Agência CNM, com informações do Ministério do Turismo
Fonte: CNM

19/04/2017

Com o objetivo de incentivar e valorizar experiências de sucesso, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação, lança o concurso Boas Práticas de Agricultura Familiar para a Alimentação Escolar. O objetivo é reconhecer as melhores ações desenvolvidas nos estados e municípios brasileiros. As inscrições vão até 14 de maio, na página de educação corporativa do FNDE na internet.

Comemorações dos 62 anos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Serão escolhidas 25 práticas de sucesso que farão parte de um caderno especial a ser lançado pelo FNDE em outubro deste ano.

As práticas podem ser inscritas por gestores, nutricionistas, agricultores familiares, assistentes técnicos de extensão rural, conselheiros de alimentação escolar, pesquisadores, comunidade acadêmica e demais atores envolvidos na execução do programa em suas regiões.

A expansão da agricultura familiar no âmbito da alimentação escolar é um avanço que deve ser reconhecido e valorizado”, ressalta o presidente do FNDE, Silvio Pinheiro. “Quando as secretarias estaduais e municipais de educação investem em produtos de pequenos produtores, o desenvolvimento econômico da região é estimulado”. Ele lembra que a partir da Lei nº 11.947/2009, ao menos 30% do valor repassado pelo Pnae deve ser investido na compra direta de produtos da agricultura familiar.

As 25 entidades executoras responsáveis pelas melhores práticas também serão contempladas com uma placa comemorativa de reconhecimento, e as entidades e os autores dos relatos receberão a autorização para utilizar um selo de premiação nos materiais de divulgação impressa ou eletrônica.

Informações sobre as regras do processo seletivo podem ser obtidas no edital do concurso, disponível na página do Pnae, no site do FNDE.

(Fonte: Ministério da Educação)
Fonte: UPB

03/04/2017

O maior programa de alimentação escolar do mundo tem muito a comemorar

O Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) completa 62 anos nesta sexta-feira, dia 31, com muitas conquistas a comemorar. A mais recente delas foi a definição, no início deste ano, do reajuste no valor repassado pelo governo federal a estados e municípios de todo o país, após sete anos sem aumento em todas as etapas de ensino. Para os alunos dos ensinos fundamental e médio regular, que representam 71% dos atendidos pelo programa, por exemplo, o reajuste ficou em 20%.

Esse aumento no valor per capita vai injetar mais R$ 465 milhões, somente este ano, na alimentação escolar dos alunos das redes públicas. Com isso, o orçamento do Pnae para 2017 chega a R$ 4,15 bilhões. “O reajuste beneficia 41 milhões de estudantes da educação básica”, afirma Silvio Pinheiro, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC).

Fora isso, o Pnae segue em constante evolução e, nos últimos anos, tornou-se uma efetiva política pública de educação alimentar. “O Pnae oferece mais de 50 milhões de refeições todos os dias, mas, além da oferta de alimentos, tem um olhar especial para o aprendizado dos estudantes sobre alimentação e nutrição. Esse foco na educação alimentar tem o poder de modificar hábitos alimentares de jovens e crianças e de promover a saúde”, sintetiza o presidente do FNDE.

A aprovação da Lei nº 11.947, em 2009, é outro marco importante da história do Pnae. O normativo definiu que 30% dos recursos repassados pelo FNDE no âmbito do Pnae devem ser utilizados na compra direta de alimentos da agricultura familiar. Desde essa época, o programa reforça, a cada ano, esse incentivo aos agricultores familiares. “Boa parte dos recursos repassados pelo Pnae fica no próprio município. E isso promove a economia e o desenvolvimento local”, completa o diretor de Ações Educacionais do FNDE, José Fernando Uchoa, lembrando que foi lançado o concurso que premiará as boas práticas da Agricultura Familiar. “O concurso é uma estratégia para fomentar as boas práticas da agricultura familiar e elevar a qualidade dos que servimos para nossas crianças. Nós temos ótimas experiências Brasil a fora e queremos fazê-las conhecidas, mas queremos também reconhecer esse trabalho importante premiando-os”.

Os avanços do programa também têm impacto no exterior. Apontado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) como exemplo de sucesso na área de alimentação escolar, o Pnae serve como base para a implantação de programas similares em vários países do mundo. “Já temos vários acordos de cooperação técnica e somos muito demandados por países da África, América Latina e Caribe”, cita Karine Santos, coordenadora-geral do Pnae.

Origem — Criada com o nome de Campanha de Merenda Escolar, em 1955, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), executado e gerenciado pelo FNDE, é a mais antiga política pública de segurança alimentar e nutricional do Brasil.

O Pnae vem sendo aprimorado ao longo dos anos e visa contribuir com o desenvolvimento, o aprendizado, o rendimento escolar dos estudantes e a formação de hábitos alimentares saudáveis, por meio da oferta de alimentação escolar e de ações de educação alimentar e nutricional.
Fonte: FNDE

03/04/2017

A seca tem sido um dos grandes problemas para a Bahia durante o ano de 2016 e começo de 2017. Mais de 200 municípios estão em situação de alerta no estado. O atual período de seca, com início em 2011, configura-se como um dos mais severos e prolongados da história da Bahia, porém, sinais de recuperação já apontam um acréscimo de mais de 40% na safra 2016/2017 do oeste da Bahia.
 
A informação é do secretário de agricultura do estado da Bahia Vitor Bonfim, que acredita que a agricultura está caminhando para uma recuperação acelerada para economia brasileira. “Já no último trimestre de 2016, tendo sido o único setor da economia a apresentar crescimento (1%) comparativamente ao trimestre anterior. Levantamentos iniciais apontam para uma boa safra na região oeste de nosso Estado. A expectativa é que a produção de grãos na safra 2016/2017 será de 7,70 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de mais de 40% em relação à safra de 2015/2016, com destaque para a soja, que deve superar a marca de 5 milhões de toneladas”
 
O secretário ainda afirmou que a produção de grãos nacional também deve sofrer uma significativa melhora. “Projeções oficiais para este ano apontam ainda um recorde na produção brasileira de grãos, podendo alcançar 219,1 milhões de toneladas, um crescimento da ordem de 17,4% em relação a 2016. Além da confirmação destas boas perspectivas, é preciso sensibilidade por parte do governo federal, em especial no que diz respeito à redução significativa dos juros para agropecuária ao patamar de 2,5%, e a realização de investimentos para a região nordeste, pois estamos enfrentando o sexto ano consecutivo de seca”.
 
Vitor também explica que o governo do estado tem trabalhado juntos aos produtores para ampliar e ajuda a produção. “Temos realizado a interlocução dos produtores com os agentes financeiros que trabalham com o setor agrícola, buscando a postergação dos financiamentos e a renegociação dos débitos, temos buscado o apoio do Governo Federal, realizando investimentos maciços em obras de infraestrutura hídrica voltadas ao abastecimento humano, no entanto, é preciso estarmos atentos à necessidade de ampliação de nossa área irrigada, e algumas regiões têm potencial para aumentar a disponibilidade de água voltada à produção, diminuindo a dependência das chuvas”, disse o secretário.
Fonte: Bahia Econômica

29/03/2017

Pesquisa da FGV mostra que alta atingiu 17 de 19 segmentos pesquisados

A confiança dos empresários do setor industrial voltou a subir em março e alcançou o maior nível desde maio de 2014. Neste mês, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 2,9 pontos, ficando em 90,7 pontos. Em maio de 2014 esse nível era de 92,2.

A alta da confiança atingiu 17 de 19 segmentos industriais e se espalhou por todos os quesitos da pesquisa. Houve melhora também na avaliação da situação futura e corrente: o Índice de Expectativas (IE) avançou 3,8 pontos, para 93,1 pontos, o maior nível desde abril de 2014 (96,9); e o Índice da Situação Atual (ISA) subiu 2,1 pontos, para 88,5 pontos, o maior desde janeiro de 2015 (89,1).

“Com a alta de março, o ICI consolida a tendência de recuperação e atinge um nível próximo ao registrado no início da atual recessão. O resultado parece retratar um setor em fase de transição no ciclo econômico: traz boas notícias, como o expressivo espalhamento setorial da alta e a melhora das expectativas, combinadas à persistente insatisfação com a situação dos negócios. O cenário econômico é propício à gradual elevação da confiança industrial ao longo dos próximos meses, embora condicionado a sobressaltos e aos riscos inerentes ao ainda elevado grau de incerteza.”, afirma Aloisio Campelo Junior, Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE.

No período, houve elevação da proporção de empresas prevendo aumentar a produção nos três meses seguintes, de 27,6% para 30,9% do total, e relativa estabilidade na parcela das que preveem reduzir a produção, que passou de 19,3% para 19,0% do total.

Fonte: Portal Brasil, com informações da FGV
Fonte: Portal Brasil

28/03/2017

Dos 417 municípios baianos, 214 se encontram em situação de emergência por conta da seca. Ou seja, mais da metade (cerca de 52%) das cidades do estado. Os dados são da Superintendência de Proteção e Defesa Civil do Estado da Bahia (Sudec), atualizados nesta segunda-feira, 27.

Entre os municípios atingidos pela estiagem está o de Manoel Vitorino, distante a 103 km Salvador. Moradores daquela localidade têm enfrentado grandes dificuldades na lavoura e na criação de  gado.

Para o lavrador e morador da cidade, senhor Antonio Galdino de Souza, de 58 anos, que vive com a esposa e mais dois filhos em Manoel Vitorino, há mais de 15 anos, ver sua lavoura e a seu pouco gado morrerem por falta d’água é um sofrimento constante.

“As plantações e as criações de gado são nossas fontes de renda, nosso meio de sobrevivência. É muito sofrimento ter que conviver com essa situação. Isso aqui é a nossa vida. Nós precisamos de chuva, nós precisamos de ajuda”, apela Galdino.

Ao relatar os transtornos que já passou nesses 15 anos na região, o lavrador considerou o ano de 2016 o pior de todos os anos em relação a falta de chuva . “Moro aqui desde 1º de julho de 1981, e já passei por muitas secas nessa vida, mas pra mim, o ano passado (2016) foi o pior de todos eles. Tivemos chuva no mês de janeiro, depois disso, só veio chover em novembro e mesmo assim em pouca quantidade”, disse.

Rio de Contas

A 200 metros da casa de Antonio está localizado o rio de Contas. E, da pouca água que ainda sobra desse rio, ele e outras famílias aproveitam para tomar banho, cozinhar, lavar. Mas, assim como as plantações e os gados, o rio também vem sendo atingido pela seca, causando mais aflição para as famílias que têm nele uma fonte de sobrevivência.

“Peço a Deus que mande chuva, porque, se esse rio secar, será mais um sofrimento para nós. A vida de quem mora na zona rural não é fácil”, contou o morador de Manoel Vitorino.

Ele ainda lamentou a situação de desperdício da água por parte da população. “O que mais me dói é saber que enquanto estamos sofrendo por falta d’água, muitas pessoas por aí usam a água como se ela fosse uma fonte que nunca vai acabar. Se elas soubessem o quanto é doloroso viver nessa escassez, talvez elas se conscientizassem sobre a necessidade de preservar esse bem tão precioso”, disse Antônio.

Cisternas

Segundo a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, até o final de abril serão entregues ao município 298 cisternas com o acompanhamento e orientações às famílias sobre o uso racional de água.

Essas famílias serão capacitadas, ainda de acordo com informações do órgão, com ajuda de técnicos habilitados a construir esses equipamentos.

Fonte: A Tarde
Fonte: UPB

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